— Denise, sua mãe está aí embaixo. — A voz de Beta, mãe da Taty, ressoa pela porta. Ela aparece com um sorriso gentil, e meu coração dá uma leve murchada porque, mesmo não querendo, a realidade volta a bater à porta.
Olho para Taty, um pouco triste por ter que ir, mas grata pelo esforço dela em me animar.
— Obrigada, Beta. — Respondo, usando o apelido carinhoso que ela insistiu que eu usasse desde a primeira vez que pisei aqui.
Taty me dá um abraço apertado, do tipo que parece dizer “você vai f