Ah, minha cama, meu porto seguro! Me jogo nela como se fosse um prêmio depois de um dia de pura sobrevivência. Puxo a coberta até cobrir o rosto, tentando me esconder de tudo e de todos, e fecho os olhos, torcendo para que minha mente finalmente tire uma folga. Hoje foi um daqueles dias que eu queria esquecer — tipo, deletar da memória mesmo.
Viro de lado e, inevitavelmente, pego meu celular. Coitadinho, ficou abandonado depois da última ligação com a Jojo, e eu nem lembrei que ele existia. A t