Collins a levou pelo corredor com passos apressados; o ritmo dos sapatos no concreto parecia marcar a respiração de Elvira.
Ela caminhava com calma, os olhos cravados no rosto dele, observando cada micro expressão, as mãos trêmulas, o suor na nuca, o medo que transformava a fisionomia dura de policial em menino assustado.
“ Pare com isso senhora”, murmurou Collins, tentando recuperar autoridade, mas a voz falhava.
Elvira sorriu, lento, como quem saboreia uma presa. O medo dele a atiçou. Não er