A maldade em Helena
O amanhecer tingiu o horizonte com tons de cinza e sangue quando Elvira emergiu da mata. O corpo nu, coberto por manchas vermelhas secas, refletia o massacre que deixara para trás. O rio corria sereno, indiferente ao horror.
Ela ajoelhou-se à beira d’água e observou o reflexo trêmulo. Os olhos escarlates, o rosto manchado, o sangue escorrendo do canto dos lábios.
Elvira tocou o espelho líquido e sussurrou:
“ Humanos… fracos, mentirosos.”
A boca se curvou num sorriso torto, c