Desci e encontrei a falsa mãe na sala. A amiga dela já tinha ido embora, o que agradeci mentalmente.
Encarei aquela mulher que segurava uma faca, mas os papéis estavam sobre a mesa.
— Pegou os papéis, mamãezinha? — falei com ironia, e ela se aproximou.
— Você não pode ser tão ingrata. Eu te criei com todo amor... e—
Interrompi com uma risada alta.
— Ah, faça-me o favor de ser sincera, titia. Só cuidou de mim — se é que isso pode ser chamado de cuidado — porque eu tenho uma herança que você deu