As portas começaram a se fechar.
Helena não se mexeu para impedir.
Ficou parada no meio daquele espaço pequeno, segurando o buquê com os dois punhos fechados, e assistiu as portas se encontrarem como se estivesse vendo de longe. Como se o corpo fosse dela mas a cena não.
O barulho do salão foi morrendo aos poucos.
As vozes. A música. O som de taças e de pessoas que ainda não sabiam exatamente o que tinham acabado de presenciar. Tudo foi ficando abafado, distante, até restar só o zumbido bai