Rosely encarava Eslen com uma expressão que misturava pânico e preocupação. Não podia acreditar que praticamente havia o envenenado enquanto tentava produzir uma das poções do grimório, e para piorar, ainda estavam em alto mar.
“Porque você bebeu aquilo?”, se perguntava, observando-o dormir.
O medo de nunca mais vê-lo acordar a apavorava. Então, qual foi sua alegria quando, no segundo dia, ele acordou, bocejando como se tivesse tido uma revigorante e longa noite de sono.
– Que cara é essa ? –