O dia seguinte começou como qualquer outro. O despertador tocou cedo demais, e me arrastei para fora da cama com o corpo pesado, mas a cabeça mais leve do que nos últimos dias. Conversar com minha mãe na noite anterior tinha me ajudado mais do que imaginava. Ainda sentia um aperto no coração, claro, mas agora havia uma centelha de decisão dentro de mim. Eu sabia que precisava encarar o passado em algum momento. E talvez esse momento estivesse mais perto do que eu queria admitir.
Me arrumei com