O sol mal começava a tocar a janela do quarto do hotel quando meu celular vibrou sobre a mesinha, soltando aquele toque agudo que fazia meu cérebro reclamar. Ainda tonto de sono e com Ana Luiza enrolada nos meus braços, alcancei o aparelho sem fazer muito barulho. Meus olhos ainda embaçados piscaram para clarear a tela.
"MÃE", piscando em letras maiúsculas.
Revirei os olhos no mesmo instante. Meu corpo, antes leve por conta da noite perfeita que tínhamos vivido, se enrijeceu como se soubesse o