Em seguida, uma voz robotizada soou, me deixando frustrada. – Ou eu diria, curiosa?
—“Mestre”? – Ele sorriu. —O que tanto quer comigo?
—Quem é você? Eu só quero um nome. Não preciso de mais nada. – Falei com um desespero na voz, o fazendo respirar fundo.
E confesso que, até naquela voz forjada, ele parecia atraente. – Ou me atrair.
—Sou eu quem faço as perguntas aqui. – Disse ele, me deixando nervosa. —Por que quer me encontrar? Quem é você?
—Eu não vou responder até você me der um nome. – Falei digitando os códigos de rastreio em uma aba separada sem que ele percebesse.
E de repente, um código chegou na janela onde estávamos conversando.
—Resolva. – Disse ele, achando ou fingindo falar com um amador.
—O quê? – Falei soltando um riso. —Não, não é assim que funciona.
—Eu sei o seu nome, seu telefone, o número da casa onde você está antes mesmo que termine de me rastrear. Resolva e esse código e vai me ver. – Disse ele saindo da videochamada.
Respirei fundo e fechei os olhos.
—Certo. Eu