Em seguida, uma voz robotizada soou, me deixando frustrada. – Ou eu diria, curiosa?
—“Mestre”? – Ele sorriu. —O que tanto quer comigo?
—Quem é você? Eu só quero um nome. Não preciso de mais nada. – Falei com um desespero na voz, o fazendo respirar fundo.
E confesso que, até naquela voz forjada, ele parecia atraente. – Ou me atrair.
—Sou eu quem faço as perguntas aqui. – Disse ele, me deixando nervosa. —Por que quer me encontrar? Quem é você?
—Eu não vou responder até você me der um nome. – Fale