Ela me olhou como se esperasse que eu me rendesse.
Eu respirei fundo, mantendo o olhar fixo nela, sem desviar e sem piscar.
Amanda queria me ver quebrado. Destruído.
E eu decidi dar a ela o que queria. Pelo menos por enquanto.
—Está bem — murmurei, deixando a voz sair rouca, cansada. —Você venceu.
Ela arqueou uma sobrancelha, surpresa.
—O quê? — perguntou, como se não tivesse ouvido direito.
—Eu disse que você venceu — repeti, mais firme dessa vez. —Eu me cansei, Amanda. Se é isso que você quer