A luz da manhã invadiu a cobertura sem pedir licença, mas não aqueceu nada.
Yanika despertou sozinha. O espaço ao lado ainda conservava o calor do corpo dele, mas o cheiro era tudo que restava. A ausência de Lukenne era como uma cicatriz recente: ardia e deixava a pele sensível demais até para respirar.
Sentou-se com cuidado, os músculos fracos após o cio, o pescoço nu pulsando em silêncio. O ar ao redor parecia carregado de tudo que não foi — da marca que não veio, das palavras que não foram