Capítulo 175
Mason Hart
A garrafa já passava da metade quando decidi encarar o celular do filho da puta no meu bolso.
O visor ainda estava manchado de sangue seco, mas funcionava. Entrei na lista de contatos, procurei pelas conversas. Havia um número salvo como Chefe.
— Vamos ver quem é você… pra quem trabalha— murmurei, digitando rápido.
“Trabalho feito” — mandei, curto.
A resposta veio em silêncio absoluto. Segundos depois, a tela piscou: Número bloqueado.
Cerrei os dentes.