A manhã amanheceu preguiçosa na vila, o céu vestido de um azul diáfano, quase líquido, enquanto a brisa salgada circulava entre as palmeiras e se insinuava pelas janelas abertas da pousada. Bruna estava sentada na varanda de seu chalé, enrolada apenas em uma canga de algodão leve, com os cabelos ainda desgrenhados pelo sono inquieto da noite anterior.
Trazia consigo uma xícara de café fresco, mas não conseguia decidir entre um gole e outro; a mente estava tomada, completamente d