Bruna chegou em casa com os pés ainda úmidos da areia fina, sentindo os grãos colarem-se suavemente à pele. Passou pela porta de madeira entreaberta e, sem acender as luzes, deixou que o ambiente fosse iluminado apenas pela claridade filtrada do dia que avançava com preguiça.
Largou a bolsa sobre a poltrona, desamarrou os laços do vestido com um movimento fluido e deixou que ele deslizasse por seu corpo até repousar aos seus pés, como uma pele que já não servia. Seguiu nua pelo