MARIA AMARAL
— Maria? — a voz que escuto parece distante. Desperto de um sono pesado. Olho para o lado e vejo Amaymon me encarando da porta aberta do carro. Sinto seus dedos entrelaçados aos meus. Já estou sem o cinto. Ele deve ter tirado antes de me acordar. — Chegamos.
— O que está fazendo? — questiono ainda sonolenta quando ele me pega no colo.
— O que foi? Já te peguei no colo várias vezes e você nunca reclamou.
Ele começa a andar em direção a algumas escadas que levam a uma porta imensa.
—