Capítulo 18

MARIA AMARAL

— Maria? — a voz que escuto parece distante. Desperto de um sono pesado. Olho para o lado e vejo Amaymon me encarando da porta aberta do carro. Sinto seus dedos entrelaçados aos meus. Já estou sem o cinto. Ele deve ter tirado antes de me acordar. — Chegamos.

— O que está fazendo? — questiono ainda sonolenta quando ele me pega no colo.

— O que foi? Já te peguei no colo várias vezes e você nunca reclamou.

Ele começa a andar em direção a algumas escadas que levam a uma porta imensa.

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