168. Novo começo
Caroline Hart
Acordei com a cabeça latejando e a garganta seca, como se eu tivesse engolido fogo. Minha visão ainda estava embaçada, e o cheiro de hospital me envolvia como um cobertor incômodo. Por um instante, achei que ainda estava presa naquele templo amaldiçoado, que a dor era o prenúncio do fim.
Então ouvi um som.
Um choro suave. Um choro de bebê.
Meu coração disparou imediatamente.
Meu filho estava aqui comigo, e nada mais importava.
"Gael..." sussurrei, tentando me sentar. A dor atrave