108. Sonhos ou avisos?
Caroline Hart
O cheiro de terra molhada preencheu minhas narinas antes mesmo de eu abrir os olhos. Era o aroma da floresta úmida, da noite que nunca terminava naquele pedaço do mundo.
Acordei com um pressentimento ruim.
Minha barriga pesava mais a cada dia, e o bebê se movia tanto que parecia ter vida própria. Cada chute era um lembrete: não era só eu que estava mudando. O mundo inteiro girava ao redor dessa criança que ainda nem tinha nome.
Com tanta coisa acontecendo eu não fui capaz de dar u