As mãos de Zoe abrem minha calça, puxando com pressa o tecido que ainda separava meu pau do toque dela. Meus olhos seguem cada movimento com fome. Minha parceira, minha lobinha, se torna selvagem diante de mim — e isso acende meu instinto na mesma intensidade. Meus dedos agarram seus cabelos escuros com firmeza, formando um rabo de cavalo alto, forte, dominando seus movimentos com naturalidade.
— Minha lobinha tá com fome? — pergunto com um sorriso torto nos lábios, a voz mais rouca do que o no