O céu amanheceu com gosto de promessa. Um azul claro, quase tímido, espiava entre as copas das árvores como se pedisse permissão pra participar do que aconteceria hoje. O ar cheirava a flor e terra molhada. E eu juro — juro por todos os deuses e por todas as luas que já vi — a floresta sorriu.
Não só a floresta. A Zoe também.
Ela estava de moletom largo, cabelo solto, pés descalços. E havia aquele brilho nos olhos que só aparece quando a alma encontra lugar. Aquele lugar. O dela. O nosso.
— Pro