A aldeia humana dormia em silêncio. As luzes das cabanas estavam apagadas, os galos ainda não tinham cantado, e a bruma espessa cobria as montanhas como um véu de luto.
Clara, como era conhecida agora, acordou no meio da noite com o peito arfando.
Não conseguia respirar.
O quarto parecia pequeno demais. O teto parecia descer sobre ela, esmagando-a. O lençol estava encharcado de suor. As mãos tremiam, os olhos arregalados fixos na escuridão.
E então… ela viu.
Não com os olhos — mas com a a