— Ele voltou agora, cheio de olhares, julgamentos… acha que manda em tudo. E no fundo, manda mesmo. Porque tudo é dele. Tudo. — Ele balançou a cabeça, com uma risada amarga. — E agora ainda me olha como se eu fosse um moleque irresponsável. Como se não pudesse tocar em nada sem estragar.
— Enzo… você pode construir seu próprio negócio. Criar algo seu. Assim, não precisa depender dele.
Ele virou o rosto lentamente na minha direção. Depois riu. Alto.
— Criar? Isa, você acha que é assim tão fácil