Kalel não perdeu tempo. Com um sorriso determinado, ele subiu em cima de Cássia, com seus corpos ainda escorregadios pelo hidratante e pelo suor. Com um gemido safado, ele a penetrou, com o pau muito duro e melado com a lubrificação dela, foi deslizando suavemente para dentro. O encaixe foi perfeito, com um suspiro de ambos preenchendo o quarto escuro.
Ele se aproximou, com o rosto colado ao dela, a respiração quente em seu ouvido.
— Por que vazias, Cássia? — ele sussurrou, com a voz carregada de uma intensidade que ela não esperava.
— Eu sinto tudo o que digo. É tudo verdade. Você deveria se olhar com mais carinho.
Cássia o acariciou nas costas, com seus dedos traçando as linhas dos músculos dele. Os olhos dela, mesmo na escuridão, pareciam distantes, mergulhados em uma melancolia.
— A vida real, Kalel, não me permite fantasiar. Não me permite sonhar. — ela respondeu, com a voz quase um lamento, carregada com o peso de anos de luta.
Kalel sentiu a tristeza em suas palavras, a profun