A noite caiu sobre São Paulo como um véu pesado.
Luzes piscavam lá fora, refletindo nos vidros do apartamento de Apolo, projetando sombras nas paredes.
O silêncio era quase absoluto, quebrado apenas pelo som distante da chuva fina que começava a cair.
Ele estava sentado no sofá, o paletó pendurado na poltrona e a gravata afrouxada.
O copo de uísque descansava na mesa de centro, intocado.
Diante dele, o manuscrito — Mais um Capítulo de Nós — repousava aberto, as páginas espalhadas, como se ele t