GABRIEL:
Saí da casa dela sem entender nada.
Nada!
As palavras dela batiam na minha cabeça como vidro quebrando: “Você prometeu.”
Prometi o quê, caralho?
Não amar?
Eu não sei quando aconteceu, mas aconteceu caramba! E agora o quê? Não posso sentir isso? Porquê? O que impede?
O nome da Sara martelava na minha mente. Não fazia sentido surgir daquele jeito, naquela hora, como se fosse uma acusação silenciosa.
Como se alguém tivesse plantado algo nela.
E eu só consegui pensar uma coisa: