— Que lindo! — Falei admirada, contemplando o enorme painel de madeira na cor amarela. Foi a primeira coisa que vi ao adentrar a sala de estar.
— Fico feliz que tenha gostado. — Ele disse ainda encostado a porta. Não havia um sorriso, não havia nada que pudesse me dar uma pista do que se passava em sua mente.
— Feliz? — Perguntei com as sobrancelhas erguidas em confusão.
— É, feliz! — Ele afirmou. — Venha, você disse que quer tomar banho, depois te mostro a casa.
— Certo!
— Onde está a sua