Mundo ficciónIniciar sesiónA Revelação
A campainha tocou e, antes mesmo que eu pudesse abrir a porta, meu coração já disparava. Quando puxei a maçaneta, Lucero estava ali, de terno, o cabelo ainda bagunçado do trabalho, a expressão carregada.— Chiara,— ele disse baixinho, os olhos me varrendo de cima a baixo. — Você está doente? Nunca te vi assim, tão abatida.Engoli seco, tentando esboçar um sorriso.— Entra, Luccero,— minha voz saiu frágil. — Por favor se acomoda.Ele entrou






