Capítulo 32 - Sarau

O silêncio do campo foi interrompido por um cacarejo insistente vindo do quintal. Reconheci na hora.

— Giselda… — murmurei, rindo sozinha.

Me levantei devagar, estiquei os olhos e lá estava ela, no seu posto de sempre, desfilando pelo gramado com aquele andar desengonçado que só uma galinha confiante tem.

— Eu ouvi, tá? — falei, cruzando os braços e me encostando no batente da porta. — Que bom que pelo menos você nunca me bloqueou.

Ela cacarejou de novo, agora mais alto, como se respondesse.

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