O sol já começava a descer no horizonte quando voltei para o chalé. A luz dourada filtrava pelas árvores, lançando sombras longas no chão de terra batida. O cheiro de leite fresco ainda grudava nas minhas mãos, misturado com aquele aroma reconfortante da roça que, aos poucos, estava começando a me pertencer.
Larguei as botas ao lado da porta e fui direto para o notebook. Ele estava ali, sobre a mesinha da sala, onde o tinha deixado mais cedo. Peguei-o com certo cuidado, como quem lida com algo