Acordo com cheiro de café.
Abro os olhos. E a realidade bate forte: não foi pesadelo.
Levanto. O corpo pesa, mas a raiva é um ótimo estimulante.
Vou até o banheiro. Lavo o rosto.
O espelho me devolve a imagem de uma mulher cansada, mas viva.
Coloco a mão na barriga.
— Bom dia, meu bebê. Hoje a gente vai dar trabalho pro seu pai.
Visto a primeira roupa que encontro: uma calça legging preta e uma camiseta larga cinza.
Saio do quarto.
A sala está iluminada pelo sol da manhã que entra pelas janelas