Mundo ficciónIniciar sesiónSinopse: — Cuidado, pequena dançarina — disse ele com a voz grave e controlada cortando o silêncio. — Alguns homens não assistem. Eles tomam. Melina sorriu, lenta e provocante, passando a língua pelo lábio inferior. — Então venha tomar, Sheik. Mas saiba que eu mordo. ... Em meio ao ritmo hipnótico dos tambores e ao tilintar dos metais, Melina Petrova transforma o desejo em arte. Dançarina do ventre russa de beleza magnética e temperamento indomável, ela conquistou o mundo com movimentos que prometem pecado e poder. Tudo começou na faculdade, nos braços de um amante árabe que a introduziu ao fogo da dança oriental. Agora, anos depois, o destino os reúne, e a paixão reacende, quente e familiar. Mas o verdadeiro perigo surge sob as luzes douradas de um evento reservado a homens poderosos. Durante uma apresentação exclusiva, o olhar de Melina cruza com o de Sheik Khalid Al-Mansour, um homem acostumado a possuir tudo o que deseja. O sheik é autoridade, riqueza e perigo encarnados. Entre eles não há palavras doces, apenas faíscas. Ela o desafia com cada ondulação do quadril, olhar provocante e insolente. Ele a encara como uma presa que se recusa a ser domada. O que começa como um embate de vontades se transforma em uma obsessão proibida. Khalid, poderoso e implacável, decide: Melina será sua quarta esposa. Nada, nem o noivado dela com seu próprio filho, nem as tradições, nem a resistência feroz da dançarina russa irá impedi-lo. Entre noites de dança sensual, olhares carregados de promessas perigosas e confrontos carregados de tensão sexual, Melina se vê dividida entre o passado e o magnetismo devastador de um homem que não aceita "não" como resposta. Quanto mais ela foge, mais ele a deseja. Quanto mais ele pressiona, mais ela queima. Uma história de paixão, poder e rendição.
Leer más"— Dance, minha esmeralda russa. Ou diga não agora… e eu vou embora para sempre."
... Meses antes... Melina respirou fundo diante do espelho dourado do camarim. O ar condicionado do hotel de luxo em Dubai mal conseguia amenizar o calor que subia pela sua pele. Aos vinte e seis anos, ela já era uma lenda viva da dança do ventre. Cabelos longos, lisos e pretos escorriam como seda negra até a cintura fina, emoldurando um rosto de porcelana russa, pele branca imaculada, olhos verdes que pareciam esmeraldas sob as luzes de led do espelho. O sutiã cravejado de moedas douradas e pedras turquesa brilhava contra o tom claro da sua pele, e a saia longa de chiffon vermelho e dourado, com fendas laterais que revelavam as pernas torneadas, que dançava ao menor movimento. Ela sorriu para o próprio reflexo. “Hoje vai ser especial”, murmurou em russo, com aquele sotaque suave que misturava o frio de Moscou ao fogo do Oriente Médio. Fazia anos que viajava pelo mundo apresentando-se em palácios, cruzeiros e festas privadas de bilionários. Mas Dubai sempre tinha um gosto diferente. Era aqui que a cultura que ela tanto amava se misturava ao luxo mais extravagante. E era aqui, sem que ela soubesse, que o destino estava prestes a lhe entregar o passado de volta. Enquanto ajustava o véu transparente que cobria parcialmente o rosto, sua mente viajou cinco anos no tempo, quando conheceu essa arte maravilhosa que é a dança do ventre. Tudo começou na faculdade em Moscou, onde conheceu Ferith. O nome ainda causava um aperto no peito, e saber que estava na sua terra natal, fez as lembranças voltarem. Ele era o estudante estrangeiro mais charmoso do curso de Relações Internacionais: alto, pele morena dourada, olhos castanhos profundos. Eles se conheceram na aula de Cultura Árabe e ele falava com paixão sobre as tradições do seu país, e ela, fascinada, começou a frequentar aulas de dança do ventre. Um ano de namoro bom porém turbulento. Até que ela se apaixonou de verdade pela dança. A briga ainda ecoava na memória como um eco ruim. “Você não entende, Melina. Essa dança… não é para você.” Ele não explicou. Simplesmente terminou. Sem discussão, sem motivo concreto. Apenas desapareceu da vida dela, voltando para o país que só mencionara uma vez o nome. Ela chorou por meses. Depois, transformou a dor em força. Dançou mais, viajou mais, tornou-se a dançarina que os sheiks e príncipes disputavam para contratar. Uma batida na porta do camarim a trouxe de volta. — Cinco minutos, senhorita Petrova — avisou o assistente de palco em inglês com sotaque árabe. Ela endireitou os ombros, respirou fundo e saiu. O corredor luxuoso do hotel Burj Al Arab estava iluminado por lustres de cristal. O som distante de derbak e cítara já aquecia o ar. Quando pisou no palco redondo, o salão de festas explodiu em aplausos. Centenas de convidados, homens de thobes brancos impecáveis, mulheres em abayas bordadas, viraram-se para ela. As luzes baixaram e a música começou. Melina ergueu os braços devagar, como se invocasse o vento do deserto. Os quadris iniciaram o movimento característico, ondulações suaves, precisas, hipnóticas. As moedas do sutiã tilintavam no ritmo do tambor. Seus olhos verdes varreram a plateia com um sorriso misterioso por trás do véu. Cada giro do corpo contava uma história: desejo, liberdade, poder feminino. A saia rodopiava, revelando lampejos de pele clara. O público estava hipnotizado e ela sentia cada olhar, cada respiração presa. E então, no meio do salão, numa mesa VIP isolada por cordas de veludo, ela o viu. Ferith. O coração dela deu um salto ela se alegrou, ele veria que ela era grande e famosa, apesar dele duvidar. Ele estava lá, mais velho, mais imponente. Barba bem aparada, cabelo preto curto, terno preto sob medida que destacava os ombros largos. Os mesmos olhos castanhos que ela jurava ter esquecido. Ele não piscava, olhava diretamente para ela, como se o resto do mundo tivesse desaparecido. Ferith entrou em choque quando viu Melina Petrova tão graciosa no palco, aquela mesma mulher que ele disse que a dança não era pra ela. Olhava para ela se arrependendo por tê-la deixado. Ele observou Melina dançar de maneira impecável, anos de treino não permitiam erros, mas por dentro era um turbilhão. “Não pode ser. Aqui? Agora?” Os quadris dela continuavam ondulando, os braços traçavam arcos graciosos, mas sua mente gritava o nome dela a cada batida do derbak. Quando a música chegou ao clímax e ela fez o último giro dramático, jogando o véu para o alto, o salão irrompeu em aplausos ensurdecedores. Flores, dinheiro e até uma pulseira de ouro foram jogadas aos seus pés. Ela agradeceu com uma reverência elegante, mas seus olhos procuravam apenas um homem, aquele que duvidou dela. Ele se levantou. Melina desceu do palco com as pernas trêmulas. No corredor lateral, antes mesmo de chegar ao camarim, ele estava lá. Bloqueando o caminho, alto, cheirando a sândalo e nostalgia. — Melina… A voz dele. Profunda, suave, com aquele leve sotaque que ela nunca conseguiu esquecer. Ela parou a dois passos de distância. — Ferith? — A voz dela saiu mais rouca do que pretendia. — O que… o que você está fazendo aqui? Ele deu um passo à frente. Os olhos castanhos percorreram o corpo dela com uma mistura de admiração e algo mais intenso. — Eu poderia perguntar o mesmo. Mas a verdade é… eu vi seu nome na lista de atrações. Não acreditei. Precisei vir conferir com meus próprios olhos. Ela riu, nervosa, passando a mão pelos cabelos longos ainda úmidos de suor da dança. — Cinco anos. E você aparece assim, do nada, no meio do meu show? — Cinco anos, três meses e doze dias — corrigiu ele, com um sorriso torto que fazia o coração dela bater descompassado. — Eu conto. Silêncio. O barulho do salão distante parecia um mundo à parte. — Você… está bem? — perguntou ele, a voz mais suave agora. — Está linda. Mais linda do que eu lembrava. E a dança… Melina, você é incrível. Eu não conseguia tirar os olhos. Ela sentiu o rosto corar. A raiva antiga, a mágoa, tudo lutava contra a atração que nunca tinha morrido. — Você disse que não era para mim. Lembra? E foi embora. Sem explicação, sem um “adeus” decente. Ferith baixou o olhar por um segundo, depois ergueu novamente. Havia arrependimento ali. Verdadeiro, e ele sabia como encenar. — Eu sei. Fui um idiota, tinha… motivos. Família, tradições. Eu era jovem e covarde. Achei que proteger você seria melhor do que explicar, mas eu nunca parei de pensar em você. Nunca. Melina cruzou os braços, tentando manter a postura. — E agora? Aparece aqui, em Dubai, no meu show, e simplesmente… o quê? Quer retomar de onde parou? Ele deu mais um passo. Estava perto o suficiente para que ela sentisse o calor do corpo dele. — Quero conversar, de verdade, sem mentiras, sem fugas. Eu mudei, Melina, e pelo que vi hoje… você também. Mas a essência… ainda está lá, aquela conexão. Eu senti, você sentiu também. Ela quis negar, quis dizer que tinha seguido em frente, mas os olhos verdes encontraram os castanhos e a mentira morreu na garganta. — Eu senti — admitiu baixinho. — Droga, Ferith. Ainda sinto. Tudo acabou de um jeito estranho, parecia incompleto. Ele sorriu. Um sorriso genuíno, aliviado. — Então me dá uma chance. Vamos sair a noite, só para conversar, sem pressão. Eu pago o jantar no restaurante do topo do hotel. Vista para o mar. Ou… se preferir, podemos ir a um lugar mais simples, o que você quiser. Melina hesitou apenas dois segundos. Depois, riu, aquele riso cristalino que ele sempre amou, e ela não tinha nada a perder mesmo. O que custava? — Tudo bem. Mas eu escolho o lugar, e você me conta tudo, absolutamente tudo. Sem esconder nada dessa vez. — Prometo! Eles caminharam juntos pelo corredor. Ele não tocou nela, ainda não, mas a presença dela era tão forte quanto um abraço. No camarim, ela trocou rapidamente o traje de dança por um vestido longo preto simples, mas elegante, que realçava a curva da cintura e deixava os cabelos soltos. Quando saiu, ele esperava com um buquê de rosas brancas nas mãos. — Para a melhor dançarina que já vi — disse ele, entregando as flores. Eles desceram no elevador panorâmico. A cidade de Dubai brilhava lá embaixo como um tapete de estrelas. No restaurante Skyview, uma mesa reservada os aguardava com vista para o Golfo Pérsico. Velas, música suave árabe ao fundo, pratos de cordeiro com especiarias e taças de suco de romã (ele lembrava que ela não bebia álcool em público). Mas Melina não desconfiou que a reserva já estava feita, pois ele cancelou seu date depois de vê-la na apresentação. A conversa começou hesitante, depois fluiu como um rio que reencontra o leito antigo. — Eu voltei para casa depois da faculdade — contou ele, girando a taça entre os dedos longos. — Meu pai… ele é um homem tradicional. Muito. Queria que eu assumisse responsabilidades que eu ainda não entendia. Quando você começou a dançar, ele soube. Alguém do campus ficou sabendo e avisou a ele. Ele disse que uma mulher dançando assim… não seria aceita na nossa família. Eu era fraco e escolhi o caminho mais fácil. Terminei para “proteger” você da pressão que viria. Melina ouvia, olhos fixos nele. — E agora? Seu pai ainda manda na sua vida? Ferith riu baixinho, mas havia sombra no olhar. — Ele ainda é… influente. Mas eu cresci, viajei, trabalhei. E quando vi seu nome hoje, soube que não podia perder essa chance novamente. Você conquistou o mundo sozinha, Melina. Com essa dança que eu tentei tirar de você. Eu estava errado,completamente errado. Ela estendeu a mão sobre a mesa e tocou a dele. O contato foi como faísca. — Eu nunca parei de amar a dança. Mas também nunca esqueci você, Ferith. Mesmo quando doía. Ferith entrelaçou os dedos nos dela. A pele morena contrastava lindamente com a branca dela. — Então… podemos tentar de novo? Devagar, sem segredos. Eu quero conhecer essa Melina de hoje, quero assistir você dançar mil vezes, quero estar ao seu lado quando você viajar, quero… tudo. Ela sentiu os olhos marejarem, mas sorriu. — Devagar, hein? Tudo bem, mas já aviso, eu viajo muito. Dubai, Cairo, Istambul, até Moscou. Se quiser namorar uma dançarina do ventre famosa, vai ter que aguentar hotéis, ensaios e plateias que me olham demais. Ele riu, apertando a mão dela. — Eu aguento. E vou estar na primeira fila de todas. Orgulhoso, muito orgulhoso. A sobremesa chegou, mas eles mal tocaram. Conversaram sobre tudo: as viagens dela, as responsabilidades dele, as saudades, os arrependimentos. Riram de histórias antigas da faculdade. Ele contou que guardava uma foto dela dançando numa festa do campus, escondida no celular até hoje. Quando o relógio marcou quase meia-noite, Ferith pagou a conta e a acompanhou até o lobby. — Posso te levar até seu hotel? — perguntou, parando perto demais. Ela estava hospedada no mesmo Burj Al Arab, cortesia do contratante. — Eu estou hospedada aqui mesmo — respondeu ela, sorrindo. — Quarto 1802. Ele ergueu uma sobrancelha, surpreso e satisfeito. — Então… subimos juntos? Melina mordeu o lábio inferior, sentindo o coração acelerar novamente. — Subimos. Mas só até a porta, hoje foi… intenso demais para mais. Ele assentiu, respeitoso, mas os olhos diziam que queria muito mais. No elevador, o silêncio era carregado. Quando as portas se abriram no andar dela, ele a acompanhou até a porta do quarto. Parou a um passo de distância. — Amanhã? Café da manhã? Ou almoço? Ou… o dia inteiro? Ela riu, encostando-se na porta. — Almoço. E depois… quem sabe uma dança só para você. Particular. Ferith aproximou-se devagar, deu um beijo leve na testa dela, casto, mas cheio de promessas. — Eu aceito todas as danças que você quiser me dar. Ela abriu a porta, mas antes de entrar, virou-se uma última vez. — Ferith? — Sim? — Bem-vindo de volta ao meu mundo! Ele sorriu, aquele sorriso que derretia tudo. — Bem-vindo de volta ao meu coração, Melina! A porta se fechou suavemente. Dentro do quarto, ela encostou as costas na madeira, sorriu com essa surpresa. Quem diria que encontraria o ex namorado aqui. Cinco anos de distância tinham evaporado em uma noite. O namoro estava de volta, mais maduro, mais forte, e ela ainda não fazia ideia de que o homem que acabara de reconquistar, iria mudar o rumo da sua vida.A Primeira Dança Melina deu o primeiro passo. Os quadris ondularam devagar, obedecendo ao ritmo lento da cítara. Ela ergueu os braços acima da cabeça, os cabelos pretos longos cascateando pelas costas nuas, e girou uma vez lento, controlado. — É só profissionalismo — murmurou para si mesma, a voz quase inaudível. — Eu aceitei o contrato. Cinco músicas. Eu danço, depois vou embora. Mas algo dentro dela queimava. Uma chama que meses de neve moscovita não conseguira apagar. Cada movimento dos quadris parecia ecoar no peito, agitando o desejo que ela jurara enterrar. Os olhos verdes encontraram os dele através da fumaça do charuto. Khalid estava sentado no sofá, pernas abertas, terno preto impecável, o olhar castanho-esverdeado fixo nela como se fosse dono de cada centímetro do seu corpo. Ele não piscava. Apenas tragava o charuto devagar, soltando a fumaça em espirais preguiçosas. Melina resistiu bravamente no começo. Mantinha a expressão neutra, profissional. Os passos precisos,
A surpresa verde Melina ajustou o último detalhe do traje diante do espelho da suíte master. O hotel Four Seasons Moscow, o mais luxuoso da cidade, brilhava como um palácio de gelo e ouro sob as luzes da Praça Vermelha. O contrato chegou por e-mail duas semanas antes: aniversário divertido de um cliente anônimo, cachê altíssimo, o equivalente a três meses de shows em teatros pequenos, mínimo de cinco músicas. A única exigência: “Vista verde. Completo. Sem véu tradicional, descalça” Ela quase recusara. Depois de meses reconstruindo a vida em Moscou, qualquer coisa que cheirasse a luxo árabe a fazia lembrar dele. Mas o valor era irrecusável. E, honestamente, era fácil: dançar no próprio hotel onde estava hospedada. Aceitou. O traje que escolhera era especial: um sutiã de pedras verdes esmeralda que realçava o tom claro da sua pele, uma saia longa de chifon verde-escuro com fendas laterais até o alto da cintura, com um tapa sexo da mesma cor. Os cabelos pretos longos soltos, maquiage
O gelo que não derrete Melina Petrova desceu do avião em Moscou com o coração apertado e a alma gelada. O ar frio de fevereiro a recebeu como um velho amigo. Cortante, honesto, sem promessas quentes. Ela puxou o casaco de lã preta sobre os ombros, os cabelos longos e lisos balançando como uma cortina negra contra o vento siberiano. Aos vinte e seis anos, ela sabia exatamente o que estava fazendo: fugir. Se ficasse em Dubai mais um dia, mais uma hora, mais uma mensagem de Khalid, ela cederia. O corpo ainda lembrava cada estocada contra a parede daquela sala, o gosto dele na boca. No ouvido ecoava “minha”. O desejo queimava baixo, constante, como brasa sob cinzas. Mas Melina não seria amante de ninguém. Não seria a terceira mulher na vida de um sheik casado com duas esposas inocentes. Não seria a russa que destruiu uma família só porque o prazer fora maior que a culpa. Ela pegou um táxi direto para o pequeno apartamento que ainda alugava no centro de Moscou. No dia seguinte, cancelou
A Culpa que não apaga o fogo A respiração de Khalid ainda estava pesada contra o pescoço de Melina quando ele finalmente a baixou devagar até os pés tocarem o chão. O vestido transparente, ou o que restava dele, pendia rasgado em tiras finas de tule preto, mal cobrindo os seios expostos e a pele úmida entre as pernas. O sêmen dele escorria quente pela coxa clara dela, uma marca silenciosa que a fazia tremer. Os olhos verdes de Melina estavam vidrados, os lábios vermelhos inchados pelo beijo selvagem. Ela não conseguia falar. Só sentia o corpo pulsar, o coração batendo como um derbak descontrolado. Khalid, ainda com o thobe aberto no peito largo, olhou para ela por longos segundos. A fúria havia dado lugar a algo mais escuro, mais possessivo. Ele não sorria, não pedia desculpas. Apenas pegou o celular no bolso interno do thobe e discou um número curto. — Ahmed — disse ele em árabe baixo e autoritário. — Entre na sala lateral agora. Disfarçado de convidado. Leve a senhorita Petrova p





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