“Park Ji-Hoon”
Juan abre a porta do meu gabinete com um sorriso esplendoroso e se joga na cadeira à minha frente.
— Tudo certo, senhor! Pode ficar tranquilo com a gringa. Conversei com ela e expus toda a verdade. A princípio ela ficou chocada, mas depois ela percebeu que o senhor foi tão vítima como ela todo o tempo.
Me deixo deslizar na minha cadeira. Uma sensação indescritível de alívio percorre meu corpo.
— Muito obrigado, Juan. Eu não faria melhor. Duvido que a Márcia me recebesse após todo