Park vem comigo até minha cabine. Caminhamos lentamente e de mãos dadas por todo o percurso. Trocamos algumas palavras, mas não muito. Ainda estamos meio que sem fôlego da nossa aventura no salão de jogos.
Ao chegar diante da minha porta ele me abraça e beija o topo da minha cabeça. Fica de mãos dadas comigo me olhando nos olhos. Seus olhos brilham, suas bochechas estão rosadas e ele está todo descabelado. Não consigo segurar o riso.
— Que foi? — Park pergunta de um jeito expressivo e ajeitando