38. Luz prateada.
Hoop
Connor me pega no colo de repente, e um gritinho escapa dos meus lábios, surpresa. Ele apenas sorri de canto, como se tivesse todo o direito do mundo de fazer isso, e ignora completamente os olhares ao nosso redor.
— O que está fazendo? Me coloca no chão! — reclamo, sem conseguir conter o calor nas bochechas.
— Seus machucados, você pode piorar! — continuo, batendo em seu ombro com a palma da mão, o que só faz ele rir, aquele riso grave que me desarma.
Assim que entramos no quarto, ele me