39. Para todo sempre.
Connor
Quando peguei a Hoop em meus braços, estava cego… e sim, parecia um maldito homem das cavernas pegando sua fêmea e querendo protegê-la de tudo e todos, inclusive dela mesma.
Mas bastou tê-la assim, perto, para tudo em mim ruir.
Seu cheiro, doce de baunilha com canela, se misturava com algo mais… algo que me fazia perder o controle: o aroma picante da sua excitação. Era picante, viciante, provocante. Brutus uivava dentro de mim, insaciável. E eu não estava melhor.
Meus passos são pesados