O primeiro pulso de energia não quebrou nada.
Isso foi o que mais surpreendeu Liora.
Ela havia liberado força suficiente para rasgar estruturas inteiras — algo que, em qualquer outro lugar, provavelmente teria despedaçado a prisão dimensional que mantinha a matilha suspensa. Mas, ali, na clareira azul, a energia não encontrou resistência.
Ela foi absorvida.
Como uma pedra lançada em um lago profundo.
O pulso atravessou o espaço e desapareceu nas camadas invisíveis que sustentavam aquele lugar.