A estrada de terra se estendia diante de Isabella como uma linha antiga, marcada por sulcos, poeira e lembranças. O carro avançava devagar, não por dificuldade, mas por respeito. Cada metro percorrido parecia pedir que ela respirasse fundo, que deixasse o mundo de fora se dissolver aos poucos. O hospital, os corredores frios, os sons mecânicos, o medo contido — tudo ia ficando para trás, engolido pelo verde que se abria dos dois lados da estrada. O céu estava limpo, mas o coração dela ainda car