O quarto estava banhado por uma luz suave quando Isabella despertou. Não sabia ao certo que horas eram — o tempo, desde a chegada de Clara, havia aprendido a andar descalço, sem pressa. O corpo doía de um jeito novo, profundo, mas havia também uma serenidade que ela nunca tinha experimentado antes.
Clara dormia em seu peito, pequena e inteira, como se tivesse sido moldada exatamente para caber ali. O movimento leve da respiração da filha fazia o coração de Isabella desacelerar, encontrando um r