A manhã nasceu quieta, com o céu encoberto por nuvens claras que deixavam a luz difusa, quase leitosa. Isabella acordou cedo, antes mesmo do canto do galo, com uma ideia insistente ocupando seus pensamentos. Levantou-se devagar, para não acordar Rafael, e seguiu até o quarto que agora já não era mais apenas um cômodo da casa — era o quarto de Clara.
Abriu a janela, deixando o ar fresco entrar, e sentou-se na cadeira de balanço próxima à cama ainda vazia. Sobre a mesinha, estavam os tecidos que