DAVINA
Meu corpo congelou no lugar, meus pés pressionando contra a terra suja do cemitério. Minha sorte é que os sapatos eram fechados na parte de cima, então eu não precisava me preocupar em carregar a areia de volta para casa. Não que isso importasse.
— Aquele maldito!
Ele era o responsável por tudo isso. Pela morte do meu pai, pela destruição da minha família, pelo buraco negro que agora engolia tudo à minha volta.
KJ estava ali, de pé, como se fosse um convidado qualquer, um espectador inoc