DAVINA
O quarto da mãe estava mais escuro do que eu me lembrava, mesmo com a luz do abajur acesa. Eu a ajudava a se deitar na cama que, de algum jeito, parecia ainda maior e mais vazia naquela noite. Há apenas algumas horas, estávamos no cemitério, e agora minha mãe parecia ainda mais fora de si do que quando Pryia partiu. Seus olhos estavam opacos, perdidos em algum lugar que eu não conseguia acompanhar.
Enquanto puxava o cobertor até os ombros dela, senti um peso esmagador. Tinha certeza de q