A varanda do quarto estava iluminada apenas pelas luzes suaves vindas da cidade e pela meia-luz de algumas velas que Bruno havia pedido ao serviço do hotel. A brisa noturna acariciava minha pele, e, por um instante, tudo parecia distante: as preocupações, o passado, as dores que eu havia enterrado fundo para seguir em frente.
Bruno ajeitava a mesa com naturalidade, como se já fizesse parte da minha vida há muito tempo. Era estranho e, ao mesmo tempo, acolhedor. O aroma da comida recém-chegada s