Dominic Lexington
Casa vazia, escritório vazio, peito vazio, porra. Mas o problema não era o lugar, e sim a pessoa que faltava para preenche-los. Irritado, tentei me concentrar numa pilha de papéis acumulados, mas não funcionou.
Conrado invadiu a minha sala, levando uma pasta marrom debaixo do braço, o qual jogou sobre a minha mesa, irritado.
Ergui o olhar e o encarei, depositando a caneta ao lado das minhas anotações. – Que merda é essa?
Ele me encarou. Os olhos brilhando de ódio. – Da próxim