Vitória,
— Eu não me lembro o que eu disse. — Minto com um sorriso de lado.
— Sabe que eu não gosto quando você mente para mim, não sabe? — Me aproximo dele bem devagar e fico frente a frente com ele, poucos centímetros de distância.
— Eu sei, mas não pode me punir, não estou usando a pulseira. — Ele treva o maxilar e seus olhos transmitem desejos, como se gostasse de ser provocado.
— Depois do que você disse, a pulseira é irrelevante, pois mesmo sem usar ela, você é minha. — Ele coloca mão na