NA MANHÃ SEGUINTE, acordei com as batidas insistentes na porta do quarto, seguidas pela voz impaciente de Karyn, avisando que eu a faria atrasar para o trabalho. Levantei ainda sonolenta e após tomar um banho e me arrumar, encontrei o café da manhã já pronto sobre o balcão que separava a sala da cozinha. Sentei em silêncio e encarei a tigela de cereal com leite, uma fatia de torta de maçã e a xícara de café.
Uma refeição mecânica, quase sem sabor, feita só para cumprir tabela.
Karyn estava na sa