Jamile
Aurin anda pelo hospital como se fosse dono do lugar, e as enfermeiras o encaram como se ele fosse um monumento público; sem pudor algum. Só faltam se jogar.
— Aurin, o que você quer?
— Por que está de mau humor? Algum paciente crítico?
Seguro o rosnado diante da expressão inocente que ele faz. E nunca sei quando é de verdade e quando estou sendo manipulada.
Respiro fundo e solto o ar devagar.
— Eu estava em um voo. Passei só para te ver, mas já estou indo. Não quero atrapalha