O quarto estava mergulhado em um silêncio sufocante.
Zara não tinha mais nada a dizer a Orson. Ela simplesmente permanecia sentada no sofá, com os olhos fixos na porta, como se estivesse pronta para sair correndo assim que ela se abrisse.
Orson, por outro lado, sentia uma vontade imensa de tomar banho. O suor ainda grudava em sua pele, fruto da febre alta que tivera.
Mas ele hesitava. Tinha medo de que, se deixasse o quarto, Zara desaparecesse.
Embora a porta estivesse trancada e, se ela