Zara voltou para casa de madrugada.
Natália já estava dormindo, e seu corpinho estava apoiado no ombro da mãe. Ela parecia exausta, com a respiração pesada e irregular.
Zara a segurava com um braço enquanto, com a outra mão, tentava abrir a porta. Assim que conseguiu entrar, ela não perdeu tempo. Colocou Natália cuidadosamente na cama, ajeitou o cobertor sobre ela e fechou a porta do quarto com cuidado antes de voltar para a sala.
A luz do abajur ao lado ainda estava acesa, iluminando a es