Zara segurava o celular nas mãos, mas os nós de seus dedos já estavam ficando brancos.
Natália permanecia sentada ao lado dela, quieta, esperando por uma resposta.
— Eu… — Zara respirou fundo, tentando encontrar sua voz. — Nati, por enquanto, a gente não vai poder ir embora.
— Por quê? Não vamos mais voltar para casa? — O rostinho de Natália imediatamente se contraiu em uma expressão de descontentamento, claramente aborrecida. — Mas você disse que a gente ia voltar hoje! Eu quero ir pra ca