Mundo ficciónIniciar sesiónSia Savage es la heredera de la fortuna de su familia, dueños del emporio Savage Corp. Pero una jugarreta del destino la convirtió en una mujer lobo y, en su primera transformación mata a sus padres. Desesperada por la atrocidad que cometió, tiene que abandonar su vida perfecta y vivir en el exilio. Su sed de venganza hacia aquel que la convirtió en un monstruo la lleva hasta la manada Luna de Hielo, donde logra colarse como recluta de la guardia delta, para estar muy cercana al alfa. Entonces el destino vuelve a jugar con ella, cuando se da cuenta que el alfa a cargo de la manada no es otro que su pareja destinada, que es, además, el hermano del hombre a quien más odia en la vida. ¿Llevará a cabo su venganza, hasta acabar con toda la manada, así como acabaron con su vida?
Leer másOlá, meus amores, prontos para ais uma história no universo de Oníria?
Espero que gostem
BJKS!
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Ele segurou a mensagem com as mãos trêmulas. Lia e relia o seu conteúdo quase incrédulo, temeroso de tudo ser apenas um sonho.
O coração dele batia acelerado e estava a cada segundo mais difícil controlar a fera de sua essência.
Ele não era mais um adolescente, era um alfa beirando os trinta anos, líder de um clã, cujo membro mais jovem passava dos dezesseis.
Era difícil mensurar a alegria que aquela notícia traria para o clã inteiro e não apenas para a sua natureza.
Beta Eli observava o amigo e líder de cabeça baixa, ajoelhado no chão, pois o desequilíbrio da aura que emanava do Alfa o deixava apreensivo, até mesmo apavorado.
Dérik era um dos alfas mais poderosos em existência, um dos únicos a alcançarem a terceira forma.
Beta Eli temia que seu clã estivesse em perigo, o que explicaria a ansiedade do seu líder ao ler a mensagem urgente enviada pelo grupo de busca liderado pelo general Adanir, o gama do clã.
— Alfa, estamos com problemas? Quer que eu acione o exército?
Dérik virou-se na direção do Beta atordoado, por alguns instantes, havia esquecido da presença dele.
— Eli, reúna o clã na beira da praia. Ordene as fêmeas do harém para prepararem um banquete!
A fala do Alfa não o surpreendeu mais do que o tom de voz exuberante usado por ele.
— Um banquete? — Perguntou o Beta confuso. — Mas… Me perdoe pela insolência, posso perguntar a razão para uma celebração em meio a uma guerra?
Uma guerra entre espécies que estava próxima de levar os lobos à extinção, com a crescente escassez de Luna de nascimento.
— A chegada da minha Luna não é motivo o suficiente para celebrar, meu amigo?— Respondeu o Alfa com um raro sorriso no rosto.
Beta Eli arregalou os olhos e levantou sorridente. Era um milagre! Por anos, ele e sua esposa imploraram à Hecate que enviasse uma Luna. Seu peito parecia querer explodir de alegria. Finalmente, seu clã prosperaria, ele e sua esposa realizariam o sonho de ter uma família.
Finalmente o clã estaria completo!
— O quê? Senhor, o filho da mãe do Adanir realmente encontrou a nossa Luna?
— Sim! Ele disse que a encontrou e a está trazendo para nós. — O sorriso do Alfa se tornou contagiante. — A fera dele a reconheceu assim que a viu. Ele diz na mensagem que, por instinto, não aceita sair de perto dela e não permite que ninguém se aproxime. Disse, também, que eu entenderei quando a vir. Veja o que ele escreveu!
Alfa Dérik mostrou a mensagem para o Beta, que parabenizou e abraçou o Alfa.
— Vou agora mesmo ordenar que preparem a chegada de nossa Luna. Teremos a maior celebração de todos os tempos! Parabéns, Alfa! Que os deuses abençoem vocês com saúde e muitos filhotes!
— Assim seja, meu amigo! Assim seja!
*****
O clã dos Lobos Negros estava em festa, certos de que os deuses estavam favorecendo aquele território. Quando um Alfa encontrava sua alma gêmea, o futuro do clã estava garantido. A fertilidade das fêmeas de um clã depende da existência da Luna.
Machos e fêmeas agitados, corriam de um lado para o outro, preparando a recepção da fêmea tão aguardada. Alfa Dérik estava de pé na beira da praia, olhando ansioso para o horizonte, de onde a pequena imagem de um navio se formava.
Beta Eli estava abraçado à esposa, que sorria, esperançosa, com a mão no ventre vazio, sonhando com a promessa de uma vida se desenvolver no futuro.
Dérik levou a mão ao peito ao sentir uma fraca conexão começando a se formar. Seu último medo, de que o Gama poderia estar enganado, se esvaiu. Ele ergueu a cabeça e liberou um uivo poderoso de confirmação e o seu clã o acompanhou.
Ele conseguiu senti-la se aproximando, a conexão entre almas gêmeas cada vez mais forte.
O navio estava se aproximando da cais, em breve ele a teria nos braços.
Havia música, som de conversas animadas, planos para o fruto, gargalhadas. O clã estava em frenesi de tanto contentamento.
Em um canto afastado, porém, a fêmea líder do harém assistia à cena com amargura.
Ela não estava feliz com a chegada da Luna, e desejou de todo o coração que algo acontecesse, que tudo fosse uma farsa, que nenhuma fêmea se atrevesse a atrapalhar os seus planos...
O universo conspirava contra ela, seu prometido, o antigo Beta, foi morto na guerra antes mesmo de marcá-la. A perda do seu companheiro fez dela uma das mulheres do harém. De Beta fêmea, Hira foi reduzida a uma serviçal, e o rancor em seu âmago aumentou com a notícia da chegada da Luna.
Hecate era a Deusa mãe de todas as Lunas, a mais cultuada no clã, mas Hira tinha tanto rancor da Deusa que se tornou devota à Sargat, a deusa da morte e do desespero, única que a acompanhou por toda a vida. De olhos fechados, ela rezou para que Sargat agisse naquele momento e fizesse valer a servidão que havia lhe oferecido.
Como resposta às suas preces, o som de explosão precedeu um silêncio fúnebre. Dérik inclinou a cabeça, seu foco no navio a distância.
Logo uma espessa fumaça se formou sobre o navio.
Outra explosão trouxe consigo o aterrador som dos gritos dos tripulantes. Sem demora, Dérik se atirou na água; Lutando contra as ondas, ele nadou apressado na direção do navio, mas a distância ainda era grande demais para que chegasse a tempo.
Os gritos de dor e medo ficavam cada vez mais altos enquanto ele se aproximava. Tudo o que tinha em mente é que precisava salvar a sua fêmea. Os deuses não seriam tão cruéis ao ponto de tirarem e levarem sem que ele ao menos visse o seu rosto.
Ele era Dérik, um dos alfas mais fortes que existiam, se ele não fosse capaz de proteger a sua fêmea, como poderia liderar um clã?
A conexão se fazia sentir, e apesar da maresia, o perfume de sua fêmea atingiu as suas narinas. Ela estava naquela direção, onde o fogo consumia o navio com mais furor. Ele saltou da água para o casco, mas outra explosão o lançou de volta ao mar. Determinado, ele reuniu toda a força que tinha, ignorando os seus ferimentos, e tornou a nadar, porém, uma forte dor no peito o paralisou.
Naquele instante, o tempo pareceu parar e uma corrente gélida atravessou a sua espinha. A conexão foi rompida, o perfume se extinguiu.
A dor excruciante fez com que a terceira forma assumisse o seu corpo, porém, a escuridão tomou os seus olhos.
Era tarde demais…
Ele nunca veria o rosto dela…
El pequeño convoy de automóviles que viene de la frontera norte, el que conecta con la manada Luna de Hielo, nos tiene desconcertados a todos los presentes en la plaza de la nueva manada, principalmente, porque estamos en mitad de la ceremonia más importante de todas, mi boda, cuya fiesta servirá de inauguración de la manada Luna de Nieve, un nuevo inicio a nuestras vidas, de los que nos sentimos cansados por todo el dolor y sed de venganzas que hemos tenido durante tanto tiempo, quienes ya no queremos llevar rencor en nuestros corazones. Y ahora, con ese montón de carros viniendo, nos estamos preguntando que otra nueva amenaza se puede estar creando, justo en el que se supone es el día que comienza una nueva etapa de las vidas de los que ahora estamos en Luna de Nieve. Entonces, los vehículos se detienen y del auto que encabeza sale el enorme lobo que representa a toda la manada Luna de Hielo. Está vestido digno para una ceremonia como la que pretendemos organizar por aquí y, más a
―Por supuesto que sí, Olga―le dice Aike con una gran sonrisa―tú y todos los lobos que nos quieran acompañar en ese gran día―señala y la loba tiene una sonrisa de oreja a oreja. ―Pero es que no voy a ir a esa nueva manada y esa es mi última palabra―le responde Carlisle ofuscado―no voy a relacionarme con esos lobos convertidos, a convivir con ellos, como si nada hubiera pasado―añade, pero Olga pone los ojos en blanco. ― ¿Y quién te dijo que vas a convivir con esos lobos? ―le dice y le frunce el ceño―solo irás a casar a tu alfa, por supuesto―le dice y esta vez mira a Aike y le guiña un ojo, lo cual me molesta por instinto, pero trato de controlarme, porque creo que Aike acaba de ganar una adepta por aquí, una que tal parece que está abrazando la idea de vivir en Luna de Nieve―además, no tienes que ir tan lejos, si lo que quieres es convivir con gente que no soportas, por ejemplo, ahí están los Byk, a quienes prefieres ni ver, pero no te has mudado por eso, ¿o sí?―le espeta molesta y Car
― ¿Y cómo pretendes hacer ese cambio―le dice Adrien todo extrañado―te recuerdo que se impuso la ley marcial, debido a que no se pueden estar todos juntos en un mismo conglomerado de gente, así que no te servirá de nada que los convoques en la plaza de la manada, como te podrás imaginar.―Pues, tienes toda la razón, así que no haré eso―concuerda Aike con su hermano―y este problema es demasiado complejo, como para querer tragarlo todo de una sola vez, así que será mejor darle ligeros mordiscos, desde luego.― ¿Sabes una cosa? ―le dice Adrien frunciendo el ceño―nunca he entendido cuando hablas en metáfora, así que mejor será que te expliques porque me parece que vas a hacer algo descabellado―añade algo ofuscado y Aike se mofa de él.―Y mientras tratas de entender de qué voy, me parece que iré a hablar con Carlisle personalmente―dice esta vez Aike, de lo más risueño, a pesar de la cara de interrogante que tienen todos por aquí, sin embargo, como a mí realmente no me importa lo que haga o
El vehículo que conduce Cesar, quien está sentado al lado de Daniel, nos lleva a Aike y a mí hasta las fronteras de Luna de Hielo, donde nos está esperando una delegación, comandada por su nuevo delta, Konor, quien nos hace una reverencia a manera de saludo, la cual le correspondemos.―Un placer el volver a verlo, mi alfa y Luna―nos dice y nos escolta hasta la casa de la manada, en un trayecto más que lúgubre, porque no hay nadie en las calles, como si hubieran impuesto una especie de ley marcial, lo cual le llama la atención a Aike, sin embargo, se queda callado y se dirige inmediatamente hasta la casa de la manada, en donde nos recibe Adrien, en compañía de su Luna, Kala ahora Mctire.El sitio se siente familiar y extraño a la vez y no es porque me haya ido y he regresado, luego del tiempo que nos ha tomado resolver todos los problemas pendientes allá, en las instalaciones de Savage Corp. o la mejor actuación de mi vida, en el funeral de Bernard Barnes, el enemigo público número uno
Último capítulo